BIBLIA
– ESTUDO BASICO E PRATICO SOBRE OS FUNDAMENTOS DA BIBLIA
A Bíblia é a revelação escrita de Deus, seu
tema é a Salvação mediante a Jesus Cristo, apesar disso tudo ela apresenta uma unidade
que só seria possível se um único escritor fosse responsável por todo o seu conteúdo. O autor da Bíblia é Deus,
que revelou a sua mensagem a humanidade.
A Bíblia é a Palavra de Deus?
Não pode haver dúvida
sobre o fato de que a própria Bíblia afirma ser a verdadeira Palavra de Deus.
Tal pode ser claramente observado em versículos como 2 Timóteo 3:15-17, que
diz: “... desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio
para a salvação pela fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus
e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na
justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado
para toda boa obra.”
A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus. Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina. Uma das primeiras evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a sua unidade. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.
Outra evidência interna que indica que a Bíblia é a Palavra de Deus é observada nas profecias detalhadas contidas em suas páginas. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem. Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade. Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia. Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.
Uma terceira evidência interna da origem divina da Bíblia é notada na sua autoridade e poder únicos. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor. A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus.
Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto. Uma destas evidências é o caráter histórico da Bíblia. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos. Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.
Outra evidência externa de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a integridade de seus autores humanos. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado. Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos. A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.
Uma última evidência externa de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus é seu “caráter indestrutível”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.
Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita. Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes. A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus. Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”
A fim de responder a estas perguntas, devemos observar tanto as evidências internas quanto as evidências externas de que a Bíblia é mesmo a Palavra de Deus. Evidências internas são aquelas coisas do interior da Bíblia que testificam sua origem divina. Uma das primeiras evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a sua unidade. Apesar de, na verdade, ser composta de sessenta e seis livros individuais, escritos em três continentes, em três diferentes línguas, durante um período de aproximadamente 1500 anos, por mais de 40 autores (que tinham profissões diferentes), a Bíblia permanece como um livro unificado desde o início até o fim, sem contradições. Esta unidade é singular em comparação a todos os outros livros e é evidência da origem divina das palavras, enquanto Deus moveu homens de tal forma que registraram as Suas palavras.
Outra evidência interna que indica que a Bíblia é a Palavra de Deus é observada nas profecias detalhadas contidas em suas páginas. A Bíblia contém centenas de detalhadas profecias relacionadas ao futuro de nações individuais, incluindo Israel, ao futuro de certas cidades, ao futuro da humanidade, e à vinda de um que seria o Messias, o Salvador, não só de Israel, mas de todos que Nele cressem. Ao contrário de profecias encontradas em outros livros religiosos, ou das profecias feitas por Nostradamus, as profecias bíblicas são extremamente detalhadas e nunca falharam em se tornar realidade. Há mais de trezentas profecias relacionadas a Jesus Cristo apenas no Antigo Testamento. Não apenas foi predito onde Ele nasceria e de qual família viria, mas também como Ele morreria e que ressuscitaria ao terceiro dia. Simplesmente não há maneira lógica de explicar as profecias cumpridas da Bíblia a não ser por origem divina. Não existe outro livro religioso com a extensão ou o tipo de previsão das profecias que a Bíblia contém.
Uma terceira evidência interna da origem divina da Bíblia é notada na sua autoridade e poder únicos. Enquanto esta evidência é mais subjetiva do que as duas evidências anteriores, ela não é nada menos do que testemunho poderoso da origem divina da Bíblia. A Bíblia tem autoridade única, que não se parece com a de qualquer outro livro já escrito. Esta autoridade e poder podem ser vistos com mais clareza pela forma como inúmeras vidas já foram transformadas pela leitura da Bíblia. Curou viciados em drogas, libertou homossexuais, transformou a vida de pessoas sem rumo, modificou criminosos de coração duro, repreende pecadores, e sua leitura transforma o ódio em amor. A Bíblia possui um poder dinâmico e transformador que só é possível por ser a verdadeira Palavra de Deus.
Além das evidências internas de que a Bíblia é a Palavra de Deus, existem também evidências externas que indicam isto. Uma destas evidências é o caráter histórico da Bíblia. Como a Bíblia relata eventos históricos, a sua veracidade e precisão estão sujeitas à verificação, como qualquer outro documento histórico. Através tanto de evidências arqueológicas quanto de outros documentos escritos, os relatos históricos da Bíblia foram várias vezes comprovados como verdadeiros e precisos. Na verdade, todas as evidências arqueológicas e encontradas em manuscritos que validam a Bíblia a tornam o melhor livro documentado do mundo antigo. O fato de que a Bíblia registra precisa e verdadeiramente eventos historicamente verificáveis é uma grande indicação da sua veracidade ao lidar com assuntos religiosos e doutrinas, ajudando a substanciar sua afirmação em ser a Palavra Deus.
Outra evidência externa de que a Bíblia é a Palavra de Deus é a integridade de seus autores humanos. Como mencionado anteriormente, Deus usou homens vindos de diversas profissões e ofícios para registrar as Suas palavras para nós. Estudando as vidas destes homens, não há boa razão para acreditar que não tenham sido homens honestos e sinceros. Examinando suas vidas e o fato de que estavam dispostos a morrer (quase sempre mortes terríveis) pelo que acreditavam, logo se torna claro que estes homens comuns, porém honestos, realmente criam que Deus com eles havia falado. Os homens que escreveram o Novo Testamento e centenas de outros crentes (1 Coríntios 15:6) sabiam a verdade da sua mensagem porque haviam visto e passado tempo com Jesus Cristo depois que Ele ressuscitou dentre os mortos. A transformação ao ter visto o Cristo Ressuscitado causou tremendo impacto nestes homens. Eles passaram do “esconder-se com medo” ao estado de “disposição a morrer pela mensagem que Deus lhes havia revelado”. Suas vidas e mortes testificam o fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.
Uma última evidência externa de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus é seu “caráter indestrutível”. Por causa de sua importância e de sua afirmação em ser a Palavra de Deus, a Bíblia sofreu mais ataques e tentativas de destruição do que qualquer outro livro na história. Dos primeiros imperadores romanos como Diocleciano, passando por ditadores comunistas e até chegar aos ateus e agnósticos modernos, a Bíblia resistiu e permaneceu a todos os seus ataques e continua sendo o livro mais publicado no mundo hoje.
Através dos tempos, céticos tiveram a Bíblia como mitológica, mas a arqueologia a estabeleceu como histórica. Seus oponentes atacaram seus ensinamentos como sendo primitivos e desatualizados, porém estes, somados a seus conceitos morais e legais, tiveram uma influência positiva em sociedades e culturas do mundo todo. Ela continua a ser atacada pela ciência, psicologia e por movimentos políticos, mas mesmo assim permanece tão verdadeira e relevante como quando foi escrita. Ela é um livro que transformou inúmeras vidas e culturas através dos últimos 2000 anos. Não importa o quanto seus oponentes tentem atacá-la, destruí-la ou fazer com que perca sua reputação, a Bíblia permanece tão forte, verdadeira e relevante após os ataques quanto antes. A precisão com que foi preservada, apesar de todas as tentativas de corrompê-la, atacá-la ou destruí-la é o testemunho claro do fato de que a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus. Não deveria ser surpresa para nós que, não importa o quanto seja atacada, ela sempre volta igual e ilesa. Afinal, Jesus disse: “Passará o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão” (Marcos 13:31). Após observar as evidências, qualquer um pode dizer sem dúvida nenhuma que “Sim, a Bíblia é verdadeiramente a Palavra de Deus.”
A Bíblia contem 66 livros e estão divididos
em duas partes: O Antigo Testamento ou Velho Testamento com 39 livros e o Novo
Testamento com 27 livros. A Bíblia não chegou até nós de uma só vez, mas foi
escrita por 40 autores em um período de 1600 anos, seus autores foram reis, príncipes,
poetas e filósofos, profetas e estadistas que se envolveram na autoria e compilação dos livros
que compõem a Bíblia Sagrada.
Cada escritor manifestou seu próprio estilo e
características literárias. Entretanto, há na Bíblia um só plano ou projeto,
que de fato mostra a existência de um só autor divino, guiando os
escritores.
Como estão
dívidas os livros do Velho Testamento e Novo Testamento:
O Velho Testamento contem 39 livros e foi dividido
em cinco partes:
1. Pentateuco Livros da Lei ou Torá contêm cinco
livros: Gênesis - Como a palavra bem indica, é o livro dos
princípios: do céu e da terra, das ilhas e dos mares, dos animais e do homem.
Com Abraão, temos o começo de uma raça, um povo, uma revelação divina
particular, e finalmente uma igreja. Êxodo - Relata o povo de
Deus escravizado no Egito e a grande libertação divina, usando a
instrumentalidade de Moisés. Levítico - Leis acerca de
moralidade, limpeza, alimento, sacrifícios, etc. Números -
Relata a peregrinação de Israel, quarenta anos pelo deserto. Deuteronômio -
Repetição das leis.
2. Livros Históricos, doze livros: Josué -
Trata da conquista de Canaã. O milagre da passagem do rio Jordão, a queda das
muralhas de Jericó, a vitória sobre as sete nações Cananéias, a divisão da
terra prometida e, finalmente, a morte de Josué com cento e dez anos. Juízes -
Várias libertações através dos quinze juízes. Rute - A linda
história de Rute, uma ascendente de Davi e de Jesus Cristo. I e II
Samuel - Relatam a história de Samuel, da implantação da monarquia,
sendo Saul o primeiro rei ungido por Samuel. Samuel como o último juiz e a
história de Davi. I e II Reis - Relatam a edificação do Templo
de Jerusalém, a divisão do reino. Ministério de Elias e Eliseu. Ainda em II
Reis está relatado o cativeiro do Reino do Norte pelos exércitos assírios, e do
Sul com o poderio Caldeu de Nabucodonosor. I e II Crônicas -
Registram os reinados de Davi, Salomão e dos reis de Judá até a época do
cativeiro babilônico. Esdras - Relata o retorno de Judá do
cativeiro babilônico com Zorobabel e a reconstrução do templo de Jerusalém. Neemias -
Relata historia da reedificação das muralhas de Jerusalém. Ester -
Relata a libertação dos judeus por Ester e o estabelecimento da festa de Purim.
3. Livros Poéticos, cinco livros: Jó -
Sofrimento, paciência e libertação de Jó. Salmos - Cânticos
espirituais, proclamações, poemas e orações. Provérbios -
Dissertações sobre sabedoria, temperança, justiça, etc. Eclesiastes -
Reflexões sobre a vida, deveres e obrigações perante Deus. Cântico dos
cânticos - Descreve o amor de Salomão pela jovem sulamita.
4. Profetas Maiores, cinco livros: Isaías - Muitas profecias
messiânicas, é considerado o profeta da redenção. O livro contém maldições
pronunciadas sobre as nações pecadoras.Jeremias - Tem por tema a
reincidência, o cativeiro e a restauração dos judeus. Jeremias é considerado o
profeta chorão. Lamentações - Clamores de Jeremias, lamentando
as aflições de Israel. Ezequiel - Um livro que contém muitas
metáforas para descrever a condição, exaltação e a glória futura do povo de
Deus. Daniel - Visões apocalípticas.
5. Profetas Menores, doze livros: Oséias -
Relata a apostasia de Israel caracterizada como adultério espiritual. Contém
muitas metáforas que descrevem os pecados do povo. Joel -
Descreve o arrependimento de Judá e as bênçãos. "O dia do Senhor" é
enfatizado como um dia de juízo e também de benção. Amós -
Através de visões o profeta reformador denuncia o egoísmo e o pecado. Obadias -
A condenação de Edom e a libertação de Israel. Jonas - Relata
a história de Jonas, o missionário que relutou para levar a mensagem de Deus à
cidade de Nínive. O mais bem sucedido dentre os profetas. Um dos profetas que
pregou o arrependimento do povo. O povo arrependeu-se e o profeta ficou triste
e desejou a morte.Miquéias - Condição moral de Israel e Judá.
Também prediz o estabelecimento do reino messiânico. Naum - A
destruição de Nínive e libertação de Judá da opressão Assíria.Habacuque -
O grande questionamento do profeta a Deus. Como pode Deus justo permitir que
uma nação pecadora oprima Israel. Contém uma das mais belas orações da Bíblia.Sofonias -
Ameaças e visão da gloria futura de Israel. Ageu - Repreende o
povo por negligenciar a construção do segundo templo e promete a volta da
gloria de Deus. Zacarias - Através de visões, profetiza o
triunfo final do reino de Deus. Ageu ajudou a animar os judeus a reconstruírem
o templo. Foi contemporâneo de Ageu. Malaquias - Descrições
que mostram a necessidade de reformas antes da vinda do Messias.
O Novo Testamento contém 27
livros e está presente nas Bíblias católicas e evangélicas. A Bíblia hebraica
não contém o Novo Testamento, pois os judeus só aceitam o Antigo Testamento.
Biografia: Evangelhos
de Mateus, Marcos, Lucas e João.
Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são chamados de Evangelhos Sinópticos, devido a certo paralelismo que têm entre si (1). Estes evangelhos são assim considerados porque, em virtude de sua semelhança, permitem uma visão panorâmica da vida, obra, doutrina, paixão, morte e ressurreição de Cristo Jesus.
Livro Histórico: Atos dos Apóstolos.
Epístolas Paulinas: Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito e Filemom.
Epístolas Gerais ou Universais: Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João e Judas.
Livro Profético: Apocalipse.
Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas são chamados de Evangelhos Sinópticos, devido a certo paralelismo que têm entre si (1). Estes evangelhos são assim considerados porque, em virtude de sua semelhança, permitem uma visão panorâmica da vida, obra, doutrina, paixão, morte e ressurreição de Cristo Jesus.
Livro Histórico: Atos dos Apóstolos.
Epístolas Paulinas: Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito e Filemom.
Epístolas Gerais ou Universais: Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João e Judas.
Livro Profético: Apocalipse.
A palavra Bíblia é derivada do latim,
proveniente da palavra grega bíblia (livros), onde são reconhecidos como
canônicos pela igreja cristã.
Os livros, os profetas e os apóstolos
declaram que a bíblia existe desde o principio, (Dn 09:02 ... “eu, Daniel,
compreendi pelas Escrituras”... ; Mt 21:42.. ...“Nunca lestes nas Escrituras”... ; Mc 12:10 ...”Ainda não leste esta Escritura?” ... ; 2Tm
3:15 Porque desde criança você conhece
as sagradas letras .. ; 2Tm 3:16 “Toda
a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino” ...
A palavra Testamento quer dizer aliança ou
pacto, no Antigo Testamento encontramos a aliança da Lei e no Novo Testamento
encontramos a aliança da Graça que veio por Jesus Cristo.
A Bíblia fala da origem do pecado e como essa
maldição separou o homem de Deus.
Não podemos resumir a Bíblia apenas em curtos
parágrafos, primeira devemos ler o Livro e não os livros a respeito do Livro.
A Bíblia não pode ser alterada, acrescentar
ou tirar algo, seria danificar sua perfeição absoluta. (Ap 22:18).
O Antigo Testamento era a Bíblia que os
apóstolos e outros pregadores do Evangelho levavam consigo quando iam proclamar
a Jesus como o Messias, o Senhor e Salvador divinamente enviado. (Jo
5:39) Vocês estudam cuidadosamente
as Escrituras, porque pensam que nelas vocês têm a vida eterna. E são as
Escrituras que testemunham a meu respeito;
Os primeiros
documentos do Novo Testamento a serem escritos foram as primeiras epistolas de
Paulo, estas possivelmente, com a epistola de Tiago, foram compostas entre 48 a
60 d.C, os quatro evangelhos pertencem às décadas entre 60 e 100 d.C, é também
a este período que se atribui todos (ou quase todos) os outros escritos do Novo
Testamento. Enquanto a composição dos livros do Antigo Testamento se estendeu
por um período de mil anos ou mais, os livros do Novo Testamento foram escritos
em menos de um século.
Os escritos
neotestamentários não foram reunidos na forma como hoje o conhecemos,
imediatamente após terem sidos escritos. Em principio, cada um dos evangelhos
teve uma existência local e independente nas respectivas comunidades para as
quais originalmente cada um foi composto.
Com a reunião
dos evangelhos e o corpus paulino e servindo Atos como elo de ligação entre os
dois, temos o inicio do cânon do Novo Testamento como hoje o conhecemos. A
Igreja Primitiva, que herdou a Bíblia hebraica (ou a versão grega da
Septuaginta) como Escrituras Sagradas, não tardou em colocar os novos escritos
evangélicos e apostólicos ao lado da Lei dos Profetas e usá-los para a
propagação e defesa do Evangelho e no culto cristão. Foi natural, então, que
quando o Cristianismo se espalhou entre os povos que falavam outros idiomas que
não o grego, o Novo Testamento fosse traduzido do grego para aquelas línguas.
Por volta de 200 d.C, já havia versões latinas e siríacas do Novo Testamento.
A
mensagem da Bíblia
A mensagem da Bíblia é a mensagem de Jesus Cristo
que disse: Eu sou o caminho a verdade e a vida (Jo 14:06), é a história da
salvação e ao longo de ambos os Testamentos, podem ser distinguidos três
elementos comuns nessa historia reveladora: aquEle que traz a salvação, o meio
de salvação e o herdeiros da salvação.
É fantástico como a pratica da leitura diária
da Bíblia traz intimidade com nosso criador e através dela Ele se revela a nós.
Nossa fé não depende de conhecimento humano nem
do progresso cientifico, mas da mensagem inconfundível da Palavra de Deus (Billy
Graham).
A Bíblia na forma que foi primeiramente
escrita não conte erros.
.
A Bíblia que usamos hoje já foram encontrados
mais de 5 mil manuscritos antigos do Novo Testamento e mais de 10 mil
manuscritos antigos ou parte de cópias do Antigo Testamento.
A Bíblia é o documento antigo mais universal
que existe.
A Bíblia é o único livro no mundo que tem
profecias especificas claramente cumpridas centenas de anos após serem
proferidas.
Sem a Bíblia podemos crer na existência de Deus
sim, mas não saberíamos quem Ele é, como Ele é, se deseja ou espera algo de nós
ou como podemos conhecê-lo.
Por meio das escrituras podemos entender quem
Deus é e como desenvolver um relacionamento com Ele.
Por toda a Bíblia é aceito que as escrituras foram
obra de inspiração divina. (Lc 22:37) que as escrituras tinham que se cumprir, e
que foi escrita para nosso ensino (1Co 10:11 ; 2Tm 3:16-17; 2Pd 3:16)
Primeira tradução da Bíblia do
hebraico para o grego:
Septuaginta é uma das primeiras traduções do Antigo Testamento, três séculos antes da vinda de Jesus, os livros do Antigo Testamento foram traduzidos do hebraico para o grego. Essa tradução grega ficou conhecida como a septuaginta.
O que significa
septuaginta?
A palavra “septuaginta”
vem de “setenta” (LXX) em grego. De acordo com a tradição, essa tradução
foi feita por 70 sábios judeus na cidade de Alexandria, no norte do Egito.
Depois que Alexandre o grande conquistou o império persa, incluindo o
território de Israel, o grego se tornou a língua internacional da região.
Muitos judeus que nasceram e cresceram em outras regiões não sabiam falar nem
ler hebraico. Por isso, não podiam ler as Escrituras. Daí surgiu a necessidade de traduzir o Antigo
Testamento para grego.
Na Septuaginta os livros estão
arranjados de acordo com a similaridade de assuntos. O Pentateuco é seguido
pelos livros históricos, que são sucedidos pelos livros poéticos e sapienciais,
vindo por ultimo os livros proféticos. Esta ordem foi perpetuada via Vulgata
Vulgata é a tradução para o latim da Bíblia escrita entre
fins do século IV início do século V por Jerônimo a
pedido do bispo Damaso I que foi usada pela Igreja Cristã e ainda é muito
respeitada. Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se, sobretudo língua
grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento incluindo Carta
aos Romanos do Apostolo Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No século IV a situação já havia mudado, e é então que o importante biblista Jerônimo
traduz pelo menos o Antigo Testamento para o latim e revê a Velus Latina,
A vulgata foi produzida para ser
mais exata e mais fácil de compreender do que suas pré-decessoras, foi a primeira,
e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente
do hebraico e não da tradução grega conhecida como Septuaginta No Novo
Testamento, Jerônimo selecionou e revisou textos.Chama-se, pois,Vulgata a esta
versão latina da Bíblia que foi usada pela Igreja Católica Romana durante
muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.O nome vem da
expressão vulgata versio, isto é "versão de divulgação para o povo",
e foi escrita em um latim cotidiano, usado na distinção consciente ao latim
elegante de Cícero o qual Jerônimo considerava seu mestre.
VOCÊ JÁ PENSOU SOBRE A DIFERENÇA ENTRE A BÍBLIA SER A PALAVRA
DE DEUS E CONTER A PALAVRA DE DEUS?
Billy
Graham em 1997 foi indagado sobre o que exatamente ele faria de outra maneira caso
sua vida começasse novamente, pela revista Christianity Today, ele respondeu...
um dos meus grandes arrependimentos é não ter estudado o bastante, desejaria ter
estudado mais e pregado menos.
Donald
Barnhouse pastor da décima igreja Presbiteriana
da Filadélfia disse: se eu soubesse que o Senhor voltaria dentro de três anos, gastaria
dois anos estudando e um pregando.
Referencias
bíblicas:
Got
Questions.Org
A
Origem da Bíblia – Philip Wesley Confort
A
Bíblia Em 12 Lições – Josué Ribeiro
Estudo
Panorâmico da Bíblia – Henrietta C. Mears
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