A EXISTÊNCIA DE DEUS
A palavra Deus na língua portuguesa é a mesma que se usa no latim. No grego é Theos. Em ambas as línguas quer dizer: “O Soberano Senhor e Governador da terra e dos céus”.
A palavra hebraica que no primeiro capítulo de Gênesis se traduz por Deus é Elohim, nome que quer dizer o Ser Supremo. O único alvo digno de veneração e de adoração religiosas. Empregam-se na Bíblia numerosas palavras para indicar a existência e o caráter de Deus.
A crença na doutrina da existência de Deus é o primeiro principio de toda religião, por isso merece que a estudemos em primeiro lugar. A questão da existência de Deus supera todas as outras. A solução dos grandes problemas da existência de todas as coisas e a direção de nossa vida dependem da resposta que dermos à seguinte pergunta: Deus existe?
É uma coisa notável que em parte alguma das Escrituras Sagradas procura-se demonstrar a existência de Deus, nem trata-se tampouco de ensina-las como verdade mediante afirmação categórica: aceita-se simplesmente a ideia como verdade muito antes admitida. Disso concluímos que a existência de Deus já era tão claramente manifestada aos séculos primitivos que ninguém ousava nega-la ou pô-la em duvida.
A ideia da existência de Deus já nasce com o ser humano?
Tão universal era e ainda é hoje a crença na existência de Deus, que muitos teólogos têm concluído deste fato que a ideia de Deus é inata, isto é, existe naturalmente na inteligência do seu humano uma ideia de Deus, não por causa de qualquer instrução o outro ente humano, mas porque o próprio Deus que criou o ser humano depositou dentro dele a ideia de Sua existência. Por isso, se um recém-nascido for colocado em um lugar onde nunca poderá receber qualquer instrução de outro ser humano, crescera com a ideia, embora imperfeita, da existência de Deus.
As três fonte das provas da existência de Deus:
a) No fato de ser esta a crença universal entre as nações da terra.
Desde épocas remotas têm-se encontrado provas da existência de Deus. Não há século tão antigo nem país tão longínquo nem povo tão bárbaro que não apresentem testemunhos de sua crença na existência de Deus. Todos os homens (com algumas exceções) creem na existência de algum Ser superior a eles, a quem são tementes e reverentes. Se dissermos que essa ideia de um Ser Superior foi uma invenção, então como explicar o fato de diferentes tribos e nações tão antigas e completamente diferentes separadas umas das outras terem chegado tão universalmente à conclusão de que há um Ser Superior ao homem, e que esse ser dirige o Universo? Essa conclusão universal é uma prova fortíssima a favor da existência desse Ser Supremo.
b) Nas obras da Natureza.
Contemplemos o imenso Universo. De onde vieram aqueles enormes planetas que giram com grandeza solene? De onde vieram os oceanos e continentes da terra? De onde vieram todos os seres que os habitam? Todo efeito deve ter uma causa suficiente, e será possível que possa existir sem causa obra tão estupenda? Teriam surgido espontaneamente o Universo e todas as maravilhas da Terra e do Céu? “Os céus proclamam a gloria de Deus e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Sl 19.1) “Porque as suas coisas invisíveis, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas criaturas desde a criação do mundo” (Rm 1.20). O mundo teve um principio. De onde ele veio? Criou-se a si mesmo? Os que não admitem nada além do mundo são forçados a crer que o mundo auto crio-se. Mas onde esta esse poder Criador? Todas as forças que nós conhecemos são limitadas. Nenhuma delas podia ser criadora. Não seria esse poder o resultado da soma de todas estas forças? Mas uma soma de grandeza finita não dá nunca senão uma grandeza finita. Cada força da natureza depende de todas as outras; sua soma não poderia constituir uma força independente. Todas as causas são causas secundárias; sua soma não pode ser causa primaria. Logo é preciso admitir acima deste mundo de seres, de forças e de coisas finitas um poder, um causa suprema, última e absoluta, pela qual este mundo finito foi criado. O que buscamos além do mundo, o que o mundo nos faz pressentir é Deus, o Deus pessoal, o Poder pessoal que conserva o mundo. Tudo que existe no mundo nos anuncia claramente o Deus Criador. Porque todas as coisas que se veem em algum momento começaram a existir. Criar-se a si mesmo é uma contradição, porque pressupõe que um ser pode agir antes de existir, ou que um efeito é a sua própria causa. Ser criado pelo acaso é um absurdo. Dizer que uma coisa existe e que não houve nenhuma causa para sua existência é um absurdo maior ainda. Considere o mecanismo do seu próprio corpo; veja de que modo sublime e tão maravilhoso você foi formado; pense na união misteriosa que existe entre esta casa de barro e o seu morador imortal, e duvide, se for capaz, da existência de Deus. Concluímos, pois, que as obras da natureza demonstram poderosa e inegavelmente a existência de um Deus designador e Criador de todas as coisas.
c) Nas Escrituras Sagradas.
O Livro Sagrado abre-se com a seguinte declaração: “No principio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1), e em Salmos continua no mesmo tom “Os céus manifestam a gloria de Deus e o firmamento anuncia os obras das suas mãos” (Sl 19.1). “Sabei que o Senhor é Deus; foi ele e não nós, que noz fez povo seu e ovelhas do seu pasto” (Sl 100.3) “O Senhor , o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele” (Zc 12.1) “ O Deus que fez o mundo e tudo que nele há; sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feito por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas; e de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação [....] porque nele vivemos, e nos movemos e existimos” (At 17.24-28). Portanto mesmo que a Bíblia não faça afirmação formal da existência de Deus, ainda assim ensina-se verdade de um modo muito mais apropriado. A Bíblia, ao anunciar que Deus criou os céus e o firmamento em cima de nós, com o sol, a lua e as estrelas que anunciam a sabedoria, o poder e a gloria do seu Autor; a natureza em toda a sua extensão, exibindo em tudo a beleza, a harmonia e a utilidade; a existência em sua diversidade maravilhosa e extensão ilimitada; a Bíblia, ao atribuir todas estas coisas grandes e misteriosas como sendo obras das mãos de Deus, demonstra enfaticamente a existência da grande Causa Primaria de todas estas coisas. Se observarmos a natureza veremos em cada folha, em cada nuvem, em cada inseto e em cada estrela que a mão divina passou por eles. Da mesma forma , ao percorrermos as paginas sagradas, podemos constatar em toda narração da Criação, em todos os atos da Providencia Divina, em cada intervenção do Poder Divino, e em cada dispensação da graça e da misericórdia de Deus, a poderosíssima existência do Grande Eu Sou.
Os 12 atributos de Deus:
O termo “Atributos de Deus” quer dizer que os diferentes aspectos do seu caráter, ou seja, as qualidades ou perfeições próprias à sua natureza. São chamados atributos porque Deus os atribui a si mesmo, porque são próprios da sua pessoa. Através deles distinguimos Deus de todos os outros seres.
1) Unidade
2) Eternidade
3) Espiritualidade
4) Onisciência
5) Onipotência
6) Onipresença
7) Imutabilidade
8) Sabedoria
9) Verdade
10) Santidade
11) Justiça
12) Bondade
1- Unidade: Que só existe um Deus, claramente se pode ver nas seguintes passagens bíblicas..” que o Senhor é Deus: nenhum outro há senão ele” (Dt 4.35). “Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor” (Dt 6.4). “Porventura não sou Eu, o Senhor? E não há outro Deus senão Eu; Deus justo e salvador, não há fora de Mim” (Is 45.21). “Porque Tu é grande e operas maravilhas; só Tu és Deus” (Sl 86.10). “...que te conheçam, a Ti só, por único Deus verdadeiro” (Jo 17.3). “Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos, e em todos” (Ef 4.6).
2- Eternidade: João Wesley declarou: “Aprendemos que Deus é eterno, cujas saídas são desde os dias da eternidade (Mq 5.2) e continuarão por toda a eternidade; como ele sempre foi, assim sempre será; como ele não teve principio, jamais terá fim”. Muitos estudiosos admitem que isto fica claro em seu nome próprio, Jeová, que o apostolo João traduz como “Aquele que é, e que era, e que há de vir (ou sempre será)” (Ap 1.4), outros textos bíblicos que comprovam a eternidade de Deus..(Dt 32.40); (Jó 36.26); (Sl 90.2); (Sl 93.2); (Sl 102.12,27); (Is 57.15); (Hb 1.12). A eternidade de Deus é exaustivamente afirmada em toda a Bíblia.
3- Espiritualidade: As Sagradas Escrituras ensinam que a natureza de Deus é puramente espiritual, como se pode confirmar nas seguintes passagens: “Deus é Espírito” (Jo 4.24); “Ora, o Senhor é Espírito” (2Co 3.17). Tanto os judeus como os cristãos antigos criam que só Deus é puro Espírito, totalmente separado de toda matéria. Entretanto, eles julgavam que os demais espíritos – os arcanjos, os querubins e serafins -, residiam em corpos materiais, mas composto de uma substância muito leve e transparente. Esta doutrina é altamente espiritual e de difícil compreensão. Mas podemos compreendê-la em relação às suas propriedades, pois da natureza de Deus pouco ou nada sabemos. Não há fato mais real do que a existência de alguma coisa inteiramente distinta da matéria e que possua propriedades diferentes dela. Assim como é verdade que a matéria não possui em si mesma o pensamento, a razão, a ciência e o poder de movimento, também é verdade que existe o Autor, o Criador, o Sustentáculo de todas as coisas. Reconhecemos que um Ser cuja natureza é puramente espiritual é algo maravilhoso demais para nós. Mas quando pensamos na imensidão e na majestade de seu domínio, podemos somente concluir que Ele é um Espírito puro, infinito e sem origem. Deus é Espírito puro. Sua natureza é totalmente separada da matéria, e incompreensível para nós.
4- Onisciência: è um atributo de Deus claramente apresentado nas seguintes passagens das Escrituras: “Porque os olhos de Deus estão sobre os caminhos de cada um, e ele vê todos os seus passos. Não há trevas nem sombra de morte onde se escondam os que praticam a iniquidade” (Jó 34.21-22) “Grande é o nosso Senhor, e de grande poder; o seu entendimento é infinito” (Sl 147.5) “E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes, todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar” (b 4.13). O conhecimento infinito de Deus não somente abrange todas as coisas grandes e pequenas, animadas e inanimadas, materiais e espirituais, por toda a parte do imenso espaço, mas também engloba todos os períodos do tempo.
5- Onipotência: Não há limites para o seu poder. “No principio criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1)Tudo o que o Senhor quis, ele o fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos” (Sl 135.6) “Aos homens é isso impossível, mas a Deus tudo é possível” (Mt 19.26). Deus é capais de fazer todas as coisas que podem ser feitas. Ma ao mesmo tempo todos os atributos se harmonizam, e o poder infinito jamais pode ser exercido de maneira a produzir uma contradição com a natureza divina. Isto, porém, não indica imperfeição alguma neste atributo, mas antes mostra sua excelência.
6- Onipresença: Ou existência ao mesmo tempo em toda parte, é um atributo de Deus, Ele existe em todo o espaço infinito, pela essência de seu ser. Isto se comprova através da seguinte pergunta, feita por ele mesmo: “Não encho eu os céus e a terra? – diz o Senhor” (Jr 23.24). Na língua hebraica, a expressão “os céus e a terra” siguinifica o universo inteiro. Este universo, segundo a própria declaração de Deus, esta cheio de sua presença. Como já disse: o centro de Deus esta em todo lugar, e sua circunferência não existe. “Para onde me irei do teu Espírito,ou para onde me irei da tua face? Se subir ao céu, tu ai estas. Se fizer no Seol a minha cama, eis que tu ai estas também. Se tomar as asas da alva, se habitar nas extremidades do mar, até ali a tua mão me guiara e a tua destra me susterá” (Sl 139.7-10). “ Os olhos do Senhor estão em todo o lugar contemplando os maus e os bons” (Pv 15.3)Nós seres humanos , só podemos estar presente em um lugar de cada vez, os espíritos decaídos, os anjos e os espíritos justos aperfeiçoados têm e terão capacidade de se transportar de um lugar a outro com a velocidade do pensamento , mas ninguém tem capacidade de estar presente em todos os lugares ao mesmo tempo, só Deus.
7- Imutabilidade: Ele é o mesmo ontem, hoje e o será para sempre, “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação” (Tg 1.17) “Porque eu, o Senhor não mudo” (Ml 3.6). Não se deve interpretar a imutabilidade de Deus como significando que suas ações não admitam mudanças ou variação alguma. Nem como se a mente dele não pudesse ter inclinação e afeição diferentes para com a criatura sob circunstancias diferentes. Ele é visto nas Escrituras criando e destruindo, ferindo e sarando, agindo e deixando de agir, amando e ficando irado. Estas afeições, controladas pelos atributos de sabedoria, santidade, bondade e justiça imutáveis, são evidências não de mudanças, mas sim de princípios imutáveis. São perfeições, não imperfeições. A diversidade de operação e o poder de agir e deixar de agir mostram a liberdade de sua natureza. Dessa forma, na linguagem das Escrituras, ele se arrepende de um castigo predito ou em processo, e mostra misericórdia. Em outro lugar, cansado de sofrer com os ímpios obstinados, ele finalmente infligiu sobre eles o castigo merecido. Em sua perfeição, Deus é eternamente o mesmo. Ele não deixa de existir, nem pode ser mais perfeito, porque a sua perfeição é absoluta. Não pode ser menos perfeito porque ele é independente de todo o poder externo, e não há nenhum principio eterno que possa decair.
8- Sabedoria: A sabedoria de Deus parece estar incluída no atributo da onisciência, mas há uma diferença entre ciência e sabedoria. Ciência é o conhecimento, enquanto a sabedoria é o uso correto desse conhecimento. Nas passagens bíblicas podemos observar essa distinção: “Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência” (1Co 12.8) “O profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus” (Rm 11.33). A sabedoria é um predicado de Deus conforme as passagens bíblicas: “O Senhor com sabedoria fundou a terra” (Pv 3.19). Se olharmos para a criação que nos rodeia, veremos em toda a parte não só a evidência da Sabedoria infinita na estrutura das coisas e de suas propriedades, mas também uma adaptação sábia dos meios apropriados para fins benévolos, com que sublimidade e perici forças naturais foram organizadas para a produção de alimentos vegetais da terra, e quão admiravelmente se adaptam às necessidades tanto dos homens como dos animais! As propriedades da terra, a aptidão das sementes, a chuva, a luz do sol, e a sucessão das estações, tudo se harmoniza para cobrir de verde a terra e prover abundantemente os celeiros.
9- Verdade: Muitos teólogos a consideram uma manifestação do atributo da santidade. Como a verdade é um bem moral e a falsidade um mal moral, e como a santidade inclui todo bem moral, segue-se necessariamente que a verdade, no próprio sentido da palavra, esta abarcada na essência da santidade. A verdade é que todos os atributos divinos se harmonizam tão perfeitamente, que às vezes é difícil, por nossa forma de pensamento ou com nossas palavras, distinguir um dos outros. “Deus não é homem para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa: porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e nãoi o confirmaria?” (Nm 23.19) “Deus é a verdade, e não há nele injustiça: justo e reto é” (Dt 32.4) “Porque o Senhor é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade estende-se de geração a geração” (Sl 100.5). Deus tem um sistema composto de verdades, sem qualquer mistura de falsidade ou erros, As promessas de Deus são sim e amem com isso se preenchermos as condições, a promessa seguramente se cumprira. O Senhor declarou: “Os céus e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar” (Mt 24.35)
10- Santidade: Quer dizer pureza perfeita e retidão absoluta de sua natureza. “Eu sou o Senhor, eu sou o Santo” (Lv 11.44) “Tu és santo” (Sl 22.3) “Tu és tão puro de olhos, que não pode ver o mal, e a vexação não são puras ao seus olhos” (Hc 1.13). Esta santidade em Deus significa a posse, em grau absoluto, de todo o mal. “Ele é luz e não há nele trevas alguma” (1Jo 1.5). Santidade absoluta é inerte a natureza divina, tanto que Deus não pode sancionar, aprovar ou olhar para o mal sem aversão, pois de outro modo deixaria de ser Deus. A santidade de Deus é a posse de todo o principio de excelência moral e a exclusão de todo o mal.
11- Justiça: É a expressão da santidade em ação, ou a disposição para dar a cada um segundo a sua obra. “Porventura, perverteria Deus o direito, e perverteria o Todo-poderoso a justiça” (Jô 8.3) “O Senhor é justo no meio dela; ele não comete iniquidade” (Sf 3.5). A justiça divina pode ser considerada como legislativa e judicial. Justiça legislativa prescreve o que é bom e proíbe o que é mau, anunciando ao mesmo tempo qual será a recompensa tanto de um como de outro. Justiça judicial aplica-se à conduta de entes racionais: chama-se recompensadora quando refere-se ao galardão dos obedientes, e vingativa quando refere-se ao castigo aos desobedientes. A justiça recompensadora ao justo não é por debito, mas por graça. “Porque Deus não é injusto para esquecer das vossas obras e do trabalho da caridade” (Hb 6.10) “E a qualquer que muito lhe for dado, muito se lhe pedira” (Lc 12.48). A justiça de Deus é administrada com imparcialidade.
12- Bondade: Este atributo abrange a misericórdia, a longaminidade, a beneficência e o amor. É ensinado nas passagens das Escrituras: “Louvai ao Senhor. Louvai ao Senhor, porque ele é bom” (Sl 106.1) “Provai e vede que o Senhor é bom” (Sl 83.8) “Porque, quão grande é a sua bondade!” (Zc 9.17). A misericórdia de Deus é a demonstração da sua bondade e amor, em manifestação de compaixão e piedade para com aqueles que estão em aflição, ou expostos a miséria e ruína. A bondade e o amor olham para a raça decaida, e desejam a sua felicidade, a sabedoria projeta o remédio. A compaixão chora lágrimas de simpatia, a misericórdia chaga para o livramento.
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